sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Associação CORAJEM e REDP divulgam editais de contratação


A Associação CORAJEM torna Público dois editais:

1. Em parceria com a IESOL a seleção de 01 agente para atuar nos respectivos projetos da Associação, sendo: Economia Solidária, Agroecologia e Juventude.

*Requisitos exigidos:
  • Formação de nível superior;
  • Ter o Currículo Lattes cadastrado da Plataforma Lattes do CNPq;
  • De preferência residir em Irati, se residir em municípios próximos ter disponibilidade pra deslocamento;
  • Carga horária: disponibilidade e flexibilidade para viajar e atuar em horários diferenciados;
  • Não acumular com outros tipos de bolsas;     
  • Valor da bolsa: R$ 1.000,00;
Maiores informações:
Enviar currículo e marcar entrevistas até dia 20 de outubro, pelo e-mail:

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2. Aberto o processo seletivo em parceria com a GUAYI para a contratação de 01 Assessor/a Técnica em Economia Solidária e Feminista no Paraná.

O edital pode ser acessado no link: http://guayi.org.br/?p=2618
          
Estamos realizando entrevistas para maiores esclarecimentos sobre este projeto, os/as candidatos/as interessados deverão agendar seu horário até o dia 20 de outubro pelo e-mail: redepopularpr@gmail.com

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

REDP apoia criação de Grupo de Consumidores em Irati - Pr


Integrantes da REDP participaram de reunião que aconteceu neste dia 27 de setembro de 2014 na CES – Casa da Economia Solidária de Irati. Estiveram presentes representantes de consumidores, associações, movimentos sociais, entidades de apoio e gestores públicos.

Segundo a Sra. Taís (Articuladora da REDP), a proposta em se criar um Grupo de Consumidores vem sendo discutida desde 2010 no âmbito da REDP e em Irati, assessorada pela Associação CORAJEM, aconteceu uma experiência em 2012 onde foi organizado um grupo de 10 famílias de consumidores que adquiriam produtos de uma associação de agricultores, mas que devido a problemas de transporte e de pouca produção o grupo paralisou. Com a retomada da discussão, além destas 10 famílias, mas outras estão interessadas em participar, como: professores de escolas; integrantes do FMESI - Fórum de Economia Solidária de Irati; famílias dos bairros; entre outros. A meta é alcançar em torno de 100 famílias até 1º semestre de 2015.

Quanto aos fornecedores, além dos empreendimentos do FMESI que produzem diversos produtos artesanais, como: ornamentos, utensílios, brinquedos, pães, bolos, roupas, calçados, etc., também haverá produtos da agricultura familiar de Irati e da região que está sendo articulado pela REDP. O apoio para que este processo gere resultado é bem importante, por isso, algumas parcerias já se colocaram a disposição, como a/o: Associação CORAJEM, FMESI, REDP, MST e o DESOL – Departamento de Economia Solidária. Salienta o Sr. Rodrigo do DESOL.      

Esta iniciativa é uma ação que está acontecendo a partir da demanda criada pelo FMESI  e que está sendo executada pela Equipe do PCCON – Produção, Comercialização e Consumo, que teve início a partir da 1ª PMESI – Plenária Municipal de Economia Solidária de Irati, que aconteceu em setembro de 2013, a qual foi integrada ao PLAMESOL – Plano Municipal de Economia Solidária (no Objetivo 4º, Meta 13, Atividade 1ª) e também na lei Municipal de Fomento a ECOSOL nº 2956/2009 no Capitulo 1º, Artigo 2º, Parágrafo único:  A formação de redes de colaboração que integram grupos de consumidores, produtores e prestadores de serviços para a prática do mercado solidário é prioridade da Economia Solidária.

O grupo também fez um debate no início da reunião sobre a importância deste grupo e seu Objetivo de Unir o Campo e a Cidade em torno de um projeto comum de gerar economia a partir de suas realidades em uma prática de consumo consciente, ético e responsável. Além disto, a proposta também prevê: consumir produtos de qualidade sem agrotóxicos; diminuir (as filas nos postos de saúde) as doenças, principalmente o câncer; ter acesso a outros tipos de alimentos não disponíveis no mercado; realizar momentos de formação e intercambio entre as famílias; gerar políticas públicas; valorizar os trabalhadores/as e sua produção local; gerar e girar a riqueza produzida no município; promover o desenvolvimento local sustentável; entre outros.

Um dos principais encaminhamentos será a realização de um Seminário de Produtores e Consumidores que acontecerá no dia 20 de novembro de 2014 em horário e local a confirmar.


O grupo irá se encontra novamente no dia 18 de outubro na CES as 13:30hr.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Venha Conhecer a Casa da Economia Solidária - CES de Irati/Pr

  

A CES oferece produtos artesanais (confeccionados em tecido, vidro, papel, plástico, madeira, etc.) para presentes, uso doméstico, ornamentação, etc.) mel, alimentos como: pão caseiro, doces, salgados e em breve haverá produtos orgânicos, como: frutas, verduras, legumes, entre outros.

REDP Participa da 12ª Feira Regional de Sementes Crioulas em Rio Azul/Pr

A Rede de Educação Popular Paraná esteve presente na 12ª Feira Regional de Sementes Crioulas; 1º Encontro Municipal das Mulheres e 1º Encontro Estadual da Juventude Rural em Rio Azul-PR que aconteceu no dia 07 de setembro.

Fonte: Site Prefeitura Municipal de Rio Azul
Veja o vídeo:

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IESol realiza primeiro Seminário Nacional de Economia Solidária e Tecnologia Social em Ponta Grossa/Pr

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Fonte: IESOL

“Eventos como esse vêm reforçar nosso compromisso institucional de transformação social”, disse o reitor Carlos Luciano Sant’Ana Vargas, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), nesta terça-feira, na abertura do I Seminário Nacional de Economia Solidária e Tecnologia Social (SENESTS). O evento promovido pela Incubadora de Empreendimentos Solidários (IESOL/UEPG) integra o projeto Fortalecimento da Economia Solidária nos Campos Gerais, patrocinado pela Petrobras e visa promover a consolidação de atividades solidárias junto à comunidade, por meio do processo de incubação e de assessoramento a empreendimentos já inseridos no contexto da economia solidária.

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Ressaltando a necessidade de uma atuação forte da instituição junto à comunidade, Luciano Vargas destacou a criação da IESOL/UEPG, como um programa de extensão, cujo objetivo é fomentar, articular, organizar e consolidar empreendimentos comunitários, a partir dos princípios da economia solidária. “As discussões, apresentação de trabalhos e momentos de integração desse evento, certamente, vão contribuir para que nossa incubadora cresça e se desenvolva, dentro de sua proposta de integrar os princípios da economia solidária às políticas públicas de desenvolvimento local, regional e de segurança alimentar”.
A oportunidade de integração com atores sociais do estado e outras regiões do país também foi destacada pela coordenadora da IESOL/UEPG, professora Reidy Rolim de Moura (Departamento de Serviço Social). Nos dois dias do evento, foram apresentados 38 trabalhos que possuem a economia solidária como estratégia de enfrentamento à pobreza, geração de postos de trabalho e renda e emancipação social.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Casa da Economia Solidária é inaugurada em conjunto a Encontro da REDP

Fonte: Comunicação FMESI

Cerca de 80 pessoas participaram da inauguração da CES – Casa da Economia Solidária que aconteceu em Irati-Pr neste dia 10 de julho as 09:00hrs da manhã. 

Este evento faz parte das festividades de aniversário de 107 anos do município e também da programação do Encontro Regional da REDP – Rede de Educação Popular do Paraná que além de seu congresso no dia 11 aconteceram em conjunto: a Feira de Agroecologia, a Feira de Sementes Crioulas e o Debate sobre as Políticas Públicas da Agricultura Familiar, Agroecologia e Feminismo, estes realizados na UNICENTRO.

Na inauguração, além dos trabalhadores/as dos empreendimentos econômicos solidários, lideranças de movimentos sociais, representantes das secretarias municipais e entidades (UNICENTRO, IFPR, IEEP, CORAJEM) de Irati, estiveram presentes integrantes de empreendimentos e entidades de 10 municípios do estado, com destaque para a presença de representantes da/o: Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres de Guarapuava; Secretaria Municipal da Agricultura e EMATER de Mallet; entidade GUAYÍ de Porto Alegre/RS; Projeto do Governo Federal Mulheres Rurais em Rede do MDA; Projeto do Governo Federal Rede de Economia Solidária e Feminista da SENAES; Superintendência do MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário do Paraná; EMBRAPA; IAP; SEAB; Deputado Federal Dr. Rosinha e o Prefeito Municipal Odilon Burgath.

A CES é uma das ações da lei 2956/2009 e meta do PLAMESOL – Plano Municipal de Economia Solidária que foi constituído na COMESI – Conferencia Municipal de Economia Solidária de Irati que aconteceu em maio deste ano. Na cerimônia algumas autoridades se pronunciaram, como: o Sr. Edélcio Stroparo - Reitor do Campus UNICENTRO de Irati, a Sra. Cristiane de Paula - Presidente da Associação CORAJEM, o Sr. Rodrigo Souza - Diretor do DESOL - Departamento de Economia Solidária e Artesanato, o Sr. Estanislau Fillus – Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, o Sr. Dr. Rosinha – Deputado Federal, a Sra. Solange da Silva – Coordenadora da CES e o Sr. Odilon Burgath – Prefeito Municipal.   
  
Casa da Economia Solidária
“Desde o início da discussão da Economia Solidária no município, o movimento vem buscando espaços para apresentar sua organização social do trabalho e assim sua forma diferenciada de produzir, comercializar e de consumo, onde os valores e princípios de cooperação, solidariedade, humanidade, gênero, meio ambiente são essências do processo”. Destaca Rodrigo Souza do DESOL.

Historicamente, foram dados passos importantes para esta conquista, como: a perseverança de entidades como a Associação CORAJEM que iniciou esta discussão em 2003 e foi até 2006 em alguns bairros de Irati; depois a CORAJEM criou uma rede regional em 2007 (hoje a Rede de Educação Popular do Paraná) que realizou diversas atividades, como: trocas de experiências e momentos de capacitação sobre o tema; Feiras Regionais anuais que aproximou ainda mais novas entidades de apoio, gestores públicos e principalmente consumidores; Conferência Regional no município (também em 2010); a criação da lei municipal 2956/2009 de Fomento a Economia Solidária; a criação do Fórum Municipal em 2012 e; bem recentemente, com a abertura desta gestão pública, a criação de um Departamento que estará executando a lei e o plano municipal.  


A Casa será um espaço onde os empreendimentos, devidamente cadastrados e organizados em grupos, irão expor seus produtos e serviços para a comercialização. Ela funcionará a partir de seu regimento interno o qual tem os seguintes itens de organização: objetivo, critérios para uso do espaço, obrigações dos integrantes, conservação, manutenção, entre outros. De início a CES abrirá de terça a sábado das 10hrs ás 18:30hrs. O atendimento e gestão será feito pelos próprios trabalhadores/as sendo que a cada dia será um empreendimento que fará nesta função. Hoje são grupos:
  • Mulheres Guerreiras;
  • UTOPIA - Unidas, Trabalhando, Organizadas, Promovemos o Ideal Almejado
  • AMASEG – Associação de Mulheres do Sabão de Engenheiro Gutierrez;
  • AIA - Associação Iratiense de Artesãos;
  • Padaria Comunitária “Trabalho e Vida”;
  • Rede do Mel;
  • Grupo de Mulheres “De Olho no Futuro” de Pinho de Baixo e;
  • Clube de Mães Vila Nova.
Também haverá na CES produtos de grupos dos municípios de Piraquara, Mandirituba, Curitiba e Mallet.   

Para início da experiência, a CES oferecerá produtos artesanais (confeccionados em tecido, vidro, papel, plástico, palha, madeira, etc.) para presentes, uso doméstico, ornamentação, etc. alimentos como: mel, pão caseiro, doces, salgados e em breve produtos orgânicos, como: frutas, verduras, legumes, entre outros.  

Para mais informações o endereço é Rua da Liberdade s/n ao lado do Ginásio de Esportes Augustinho Zarpelon Junior (Batatão) ou entrar em contato no e-mail: fmesi.irati@gmail.com, no FacebboK:https://www.facebook.com/casadaeconomiasolidaria?ref_type=bookmark ou no telefone: 42 3422-4506 com Solange (coordenadora da CES) ou Mary (secretaria da DESOL). 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Missão do/a Cristão/ã. Feliz Pascoa!!!

Será que estamos continuando a missão que Jesus deixou para nós?

Parece que a nossa missão de cristão na garantia da justiça, do direito da igualdade e a liberdade (Jo 10,10) não está acontecendo, pois cada vez mais no mundo se multiplicam: doenças, violências, corrupção, veneno na nossa alimentação e agua, destruição do meio ambiente, aumento da miséria, fome, etc, etc, etc....

Para variar, temos que fazer a pergunta que a maioria das pessoas fazem: Quem é o culpado por esta situação? Talvez a pergunta não seja QUEM, mas o QUE gera este caos?

Acreditamos que uma das explicações é o enfraquecimento nas relações de solidariedade (conceito que no direito romano “obligatio in solidum” significava responsabilidade, cumplicidade comunitária), ou seja, menos solidariedade, menos relações de confiança entre nós. Assim, hoje a nossa convivência como comunidade ou sociedade não são mais regidas pelas relações de cooperação e solidariedade e sim por um sistema econômico, ou seja, pelo mercado do consumismo e da acumulação de riquezas (de poucos), comandado pelas multinacionais, que além de explorar trabalhadores/as de países de baixo IDH, está mudando a nossa cultura promovendo a competição e com o apoio da mídia (músicas, filmes, propagandas, novelas....), nos divide nos individualiza e assim vulneráveis para qualquer produto ou projeto de morte de exploração ou dominação, que infelizmente muitas das vezes somos “soldadinhos” que defendemos e apoiamos consumindo estes produtos e serviços e sendo garotos/as propaganda divulgando a marca.

As pessoas com mais vivencia e experiência, sabem que a bem pouco tempo atrás as relações de cooperação e solidariedade não eram “uma boa ação” e sim cultural, pois era natural, por ex.: quando era necessário sair o vizinho cuidava da minha casa. Quando faltava algum tipo de alimento (açúcar, sal,...) era só ir no vizinho e emprestar. Quando precisava até de dinheiro o “banco comunitário” mais próximo (e muitas vezes sem juro) era o vizinho. Outro ex.: bem importante de baixa ocorrência de violência (que hoje é um dos maiores problemas das sociedades: assaltos, estupros, homicídios, etc.), pois os moradores das comunidades cuidavam um dos outros garantido a segurança pública. Enfim, as relações de solidariedade na comunidade sempre eram a solução para qualquer dificuldade. Hoje infelizmente, até nas pequenas cidades, os vizinho malmente se conhecem o que dirá pensar juntos soluções para a comunidade onde moram.

Desta forma, como há menos confiança, menos pensamos e agimos coletivamente para buscar solucionar os problemas que nos rodeia em nossa comunidade, isto sem contar que muitos estão em diversas situações de sofrimento constante, como: estres, depressão, dependência química e/ou alcoólica, cometendo delitos e presos em cadeias, etc. Assim, como válvula de escape buscamos achar um culpado nas escalas de hierarquia da nossa sociedade, que pode ser desde de uma liderança comunitária (presidente de associação de moradores, das igrejas, etc.), passando pelos governantes locais (ex.: prefeito e vereadores) até chegar as maiores autoridades, que estão a frente de entidades privadas e públicas.

Claro que temos consciência que estas lideranças foram escolhidas democraticamente (ou não, pois falta muita consciência da importância de votar e muitos vendem o voto, por exemplo) e assim estes escolhidos tem que realmente fazer cumprir o que prometeu em discurso e/ou campanha. Mas, também é preciso que as pessoas e suas comunidades acompanhem e cobrem estas lideranças. Sobre isto não há como fugir, pois quando se fala governo democrático quer dizer governo do povo, ou seja, nós povo somos parte fundamental da governança.  

Esta governança podemos fazer de duas maneiras. Pode ser individual como cidadão/ã ou de forma organizada em um coletivo. Infelizmente, a maioria reclama individualmente (e isto não é surpresa, porque o sistema nos divide) usando os meios de comunicação (rádio, tv e internet) para gritar e espernear sobre o seu problema, muitas vezes sem argumentos ou conhecimentos de causa ou sem oficializar. Mesmo quando oficializam em documento alcançam pouco resultado, pois estas pessoas se cansam logo e acabam desistindo. Com certeza a forma de coletivo organizado tem muito mais força ou como uma entidade ou movimento social, pois um coletivo geralmente tem uma história, um objetivo comum, princípios, uma bandeira de luta, etc. que garante a continuidade das reivindicações.

Neste sentido, até Jesus não agiu sozinho, como aparece em vários contextos da bíblia e de forma mais intensa quando Jesus escolhe os apóstolos que eram lideranças comunitárias e que tinham fortes relações de confiança onde moravam. Depois de ouvirem o chamado, ainda como discípulos, Jesus apresentou a eles a missão (Mt 10, 1) e assim os mesmos preparados tendo em mente e na alma o que deviam fazer, vão espalhar a notícia de um novo Reino que virá (projeto de vida) de igualdade e fraternidade. Mas, na época não foi tudo tão tranquilo quanto pareceu, pois além de anunciar um novo Reino, também tinham que denunciar os problemas que os governantes políticos e religiosos causavam, como a exploração do trabalho, a dominação e alienação religiosa, o abuso do poder, entre outros, que fazia com que o povo ficasse com medo e assim refém do sistema da época.

Assim fica a reflexão: E nós, o que fazemos? Assumimos o nosso batismo e a condição proposta de Jesus para continuar a construção do reino? Ou vamos continuar esperando que um governante vem nos salvar?

Acreditamos que nós da REDP, na prática, junto as organizações parceiras, estamos promovendo a continuidade da construção do Reino por meio de vários projetos e ações, como a: Economia Solidária na valorização do trabalho e do/a trabalhador/a, consumo de alimentos ecológicos (sem agrotóxicos), defesa do meio ambiente, direitos humanos, do lugar da mulher, do protagonismo da juventude, das etnias e povos tradicionais, das comunidades, ente outros.

Jesus é o Senhor da história:  Os onze discípulos foram para a Galiléia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado. Quando viram Jesus, ajoelharam-se diante dele. Ainda assim, alguns duvidaram. Então Jesus se aproximou, e falou:

«Toda a autoridade foi dada a mim no céu e sobre a terra. Portanto, vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que ordenei a vocês. Eis que eu estarei com vocês todos os dias, até o fim do mundo.»

Feliz Pascoa!

sábado, 12 de abril de 2014

3ª Feira de Economia Solidária reuni 27 empreendimentos de vários municípios do Paraná

Foi realizada em Irati – Pr, a 3ª Feira Regional de Economia Solidária e Soberania Alimentar e contou com a presença de 27 EES - Empreendimentos Econômicos Solidários. Além de Irati outros municípios, como: Ponta Grossa, Mallet, Fernandes Pinheiro, Curitiba, Mandirituba, Piraquara e Mandirituba estiveram presentes. 

A Feira teve inicio na sexta dia 4 com a abertura oficial com a formação da mesa com a presença de autoridades, como o Odilom Burgath prefeito de Irati , Estanislau Fillus Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Marici Mazepa da RECID, Gilnei Machado assessor do Deputado Tadeu Veneri, Taís Regina Denhuke do Projeto Rede Nacional de ECOSOL e Feminista do governo federal, Solange da Silva coordenadora do FMESI, Rafael representando o prefeito de Mallet e Rodrigo Souza do DESA - Departamento de Economia Solidária e Artesato de Irati.

Os EES´s trouxeram uma diversidade de produtos para oferecer aos consumidores de Irati, entre eles: artesanatos, bolsas, confecções, esculturas e alimentos agroecológicos (sem veneno), panificados, chocolates, doces, salgados, entre outros.

Além da oferta de produtos nos estandes da feira, também aconteceram Oficinas do conhecimento, como: Fabricação de Tinta Ecológica da Terra com a assessoria de Marcelo Campelo da Secretária da Agricultura de Irati; Confecção de Moeda Social e as Trocas Solidárias com a assessoria de Madalena Santos da RECID e; Agroecologia e Consumo Consciente com a assessoria da Profª. Silvana Moreira do IFPR.

Também aconteceram as apresentações culturais e artísticas, com a Capoeira do Grupo Muzenza, Gaita com o “Tio Bilia”, Violino e violão com Crisiane e Bruno, a Banda de Roque Escultores de Alento, entre outros artistas.  
A realização da Feira sempre aconteceu por meio da REDP – Rede de Educação Popular do Paraná que é um Movimento Social que integra e articula Educadores/as Populares que fazem parte de diversos grupos, entidades e do poder público do Paraná e que além da Feira, desenvolvem várias ações:
  • EAPJ – Escola de Agentes Populares da Juventude;
  • Seminários Municipais de Políticas Públicas;
  • Assessoria para criação de Fóruns e Conselhos Municipais e;
  • Integração de Projetos e Parcerias.

Este ano o apoio financeiro principal é da RECID – Rede de Educação Cidadã do Projeto TALHER da Secretaria de Direitos Humanos do governo federal, da Prefeitura Municipal por meio do DESA – Departamento de Economia Solidária e Artesanato (que foi criado no mês de fevereiro) e apoio organizativo do FMESI – Fórum Municipal de Economia Solidária de Irati.

A Feira tem por objetivo fomentar e disseminar a Economia Solidária (ECOSOL) como nova forma de Desenvolvimento Local Sustentável e de Soberania Alimentar da região e do estado do Paraná. Com isto, a proposta é que a partir da Economia Solidária, os/as trabalhadores/as sejam protagonistas, sujeitos de sua história de vida e construam um sistema econômico tendo como centro, não só a produção e a comercialização, mas também tenham TEMPO para VIVER e viver com qualidade e sustentabilidade.

Sabemos que da forma que o sistema econômico é organizado no Brasil, a proposta é produtivista e assim os que mais trabalham ficam com a menor fatia da riqueza gerada. Apesar de algumas políticas públicas de assistência social, como o bolsa família, a distribuição de renda e o pouco investimento em políticas públicas estruturantes, em saúde, educação, alimentação de qualidade (sem veneno), entre outros, são a causa dos maiores problemas, como a violência, as doenças, a drogadição, entre outros, que ocorrem no Brasil.



Assim a Economia Solidária, por meio da Feira e a partir de seus princípios de Cooperação, Solidariedade, Divisão Justa da Riqueza e principalmente da Prática da Autogestão, além de oferecer produtos de qualidade, também, propõe criar outras formas de se organizar como sociedade e assim gerar bem estar a todos e todas.

Segundo os feirantes a Feira alcançou seus objetivos, como de: Expor e divulgar os produtos e serviços produzidos por grupos/empreendimentos de ECOSOL. Apresentou a diversidade e o potencial da ECOSOL na produção coletiva, no comercio justo, no consumo consciente, nas finanças solidárias e credito alternativo de Banco Comunitário e a Moeda social. Proporcionou a ampliação do conhecimento por meio de formação em espaço de partilha de conhecimento entre trabalhadores/as da ECOSOL, consumidores e a população em geral. Promoveu espaço de união do Campo e a Cidade para troca de experiências e buscou alternativas de garantir a Segurança e Soberania Alimentar para a região e estado.  Valorizou e firmou a Agroecologia como forma autossustentável da produção de alimentos sem agrotóxicos (venenos), garantido assim: saúde aos consumidores, proteção ao meio ambiente, geração de renda e o fortalecimento das comunidades do campo. Fortaleceu o Movimento Social da Economia Solidária como espaço de construção de propostas, projetos e sensibilizar a sociedade da necessidade da construção de Políticas Públicas para a região e o edetox sucostado.


A Coordenação da Feira agradece a todos e todas entidades, prefeitura e pessoas que de uma forma e de outra colaboraram e participaram e conta com o apoio e envolvimento para os próximos eventos que acontecerão futuramente.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

3ª Feira de Economia Solidária e Soberania Alimentar acontece em Irati - Pr

        A Feira de Economia Solidária e Soberania Alimentar está na sua 3ª edição. As outras aconteceram em fevereiro de 2010 e março de 2013. Na 1ª em 2010, com o apoio do projeto Comercialização Solidário do Governo Federal estiveram presentes 44 empreendimentos. Na 2ª em 2013, com a ampliação de apoio de parcerias, com o patrocínio da entidade da FLD – Fundação luterana de Diaconia do Rio Grande do Sul e com a criação do FMESI – Fórum Municipal de Economia Solidária de Irati foi possível a realização. Como experiência foi um sucesso, pois houve um grande intercâmbio entre os feirantes e também entre os produtores e consumidores proporcionando futuros processos de negócios, ampliação da produção e um grande aprendizado de organização e autogestão.
   
A realização da Feira sempre aconteceu por meio da REDP – Rede de Educação Popular do Paraná que é um Movimento Social que integra e articula Educadores/as Populares que fazem parte de diversos grupos, entidades e do poder público do Paraná e que além da Feira, desenvolvem várias ações, como: a EAPJ – Escola de Agentes Populares da Juventude; os Seminários Municipais de Políticas Públicas; a Assessoria para criação de Fóruns e Conselhos Municipais e; a Integração de Projetos e Parcerias.

Este ano o apoio financeiro principal é da RECID – Rede de Educação Cidadã do Projeto TALHER da Secretaria de Direitos Humanos do governo federal, da Prefeitura Municipal por meio do DESA – Departamento de Economia Solidária e Artesanato que foi criado no mês de fevereiro e apoio organizativo do FMESI – Fórum Municipal de Economia Solidária de Irati. Este ano são em torno de 27 Grupos/Empreendimentos de vários município do Paraná e que trabalham e comercializam: artesanato de utilidade e funcionalidade, confecção de roupas e calçados, alimentação agroecológica, produtos de limpeza como sabão ecológico, entre outros.

A Feira tem por objetivo fomentar e disseminar a Economia Solidária (ECOSOL) como nova forma de Desenvolvimento Local Sustentável e de Soberania Alimentar da região e do estado do Paraná. Com isto, a proposta é que a partir da Economia Solidária, os/as trabalhadores/as sejam protagonistas, sujeitos de sua história de vida e construa um sistema econômico tendo como centro não só a produção, mas também que estas pessoas tenham TEMPO para VIVER e viver com qualidade e sustentabilidade. Sabemos que da forma que o sistema econômico é organizado no Brasil, a proposta é produtiva e assim os que mais trabalham ficam com a menor fatia da riqueza gerada. Apesar de algumas políticas públicas de assistência social, como o bolsa família, a distribuição de renda e o investimentos em políticas públicas estruturantes é a causa dos maiores problemas que ocorrem no Brasil. Um destes problemas é a violência que só tem feito crescer e cada vez mais com mais crueldade, como acontece com as mulheres, onde a cada 5 minutos uma é ferida, morta ou violentada.

Assim a Economia Solidária por meio da Feira não quer somente comercializar seus produtos, mas também a partir de seus princípios de Cooperação, Solidariedade, Divisão Justa da Riqueza e principalmente da Prática da Autogestão, criar outras formas de se organizar como sociedade e assim propicie o bem estar de todos e todas. Além disto, a Feira pretende:

  • Expor e divulgar os produtos e serviços produzidos por grupos/empreendimentos de ECOSOL.
  • Apresentar a diversidade e o potencial da ECOSOL na produção coletiva, no comercio justo, no consumo consciente, nas finanças solidárias e credito alternativo de Banco Comunitário e a Moeda social.
  • Proporcionar a ampliação do conhecimento por meio de formação em espaço de partilha de conhecimento entre trabalhadores/as da ECOSOL, consumidores e a população em geral.
  • Promover espaço de união do Campo e a Cidade para troca de experiências e buscar alternativas de garantir a Segurança e Soberania Alimentar para a região e estado.  
  • Valorizar e firmar a Agroecologia como forma autossustentável da produção de alimentos sem agrotóxicos (venenos), garantido assim: saúde aos consumidores, proteção ao meio ambiente, geração de renda e o fortalecimento das comunidades do campo.
  • Fortalecer o Movimento Social da Economia Solidária como espaço de construção de propostas, projetos e sensibilizar a sociedade da necessidade da construção de Políticas Públicas para a região e o estado.
 Programação:
Dia 04 - Sexta:
18:00 – Acolhida e credenciamento dos grupos;
20:00 – Abertura Oficial;
22:00 – Encerramento do dia;

Dia 05 - Sábado:
07:30 – Organização das bancas;
08:30 – Abertura da Feira para a comercialização;
09:00 – Curso de Formação: “As relações de Poder e a Criminalização dos Movimentos Sociais” (acontecerá no salão em anexo à feira);
16:00 – Encerramento do Curso;
16:00 – Início das Apresentações Culturais;
21:00 – Fechamento da Feira;

Dia 06 - Domingo:
09:00 – Abertura da Feira para a Comercialização;
09:15 – 1ª Oficina: Tinta Ecológica;
10:30  – 2ª Oficina: Moeda Social
13:30 – 3ª Oficina: Consumo Consciente;
15:00 – 4ª Oficina: Cultivo da Semente Criola;
18:00 – Encerramento.
Obs.: As inscrições para as oficinas são gratuitas e qualquer pessoa pode participar.
      

segunda-feira, 31 de março de 2014

Capitalismo e sua retratação no cinema

Por Rafaela Bez.

Atualmente, o modelo de economia dominante é o capitalismo, que surgiu no século XIX denominando liberalismo. Esses modelos econômicos visam o lucro sob os seus produtos e serviços, a obtenção da propriedade privada e dos meios de produção e, segundo Karl Marx, a divisão de classes. Atrelado ao capitalismo está o consumo, maneira pela qual o ser humano desfruta de suas necessidades, sendo elas básicas ou desejáveis.
No cinema, o capitalismo e o consumo são muito discutidos, sendo como modo de crítica ou como produto mercadológico, que induz ao consumismo e a obtenção de produtos, os quais são representados nas telas. O filme Margin Call – O Dia Antes do Fim (2011), de J. C. Chandor, retrata o capitalismo partindo do princípio da crítica e reflexão sobre os problemas causados pelo modelo econômico. A trama se inicia com a demissão em massa no banco de investimentos, focando-se no chefe responsável pela gestão de riscos. Eric Dale (Stanley Tucci) preocupa-se com um estudo que planejou sobre as ações irregulares da empresa, repassando suas análises para o jovem Peter Sullivan (Zachary Quinton), engenheiro especialista em propulsão, mas que atua no mercado financeiro. O filme busca retratar, por meio da ficção, momentos críticos pelos quais passaram as instituições financeiras norte-americanas durante a crise de 2008.
 O economista, integrante do Instituto Humanitas Unisinos (IHU) e membro do corpo docente da Universidade Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), Gilberto Faggion ressalva a maneira na qual o capitalismo e o consumo são retratados no cinema. “Em filmes que o capitalismo e o consumo são abordados de maneira crítica, podemos analisar os aspectos técnicos do mesmo. Em filmes como Margin Call (J. C. Chandor – 2011) e Inside Job (Charles Ferguson – 2010), as decisões e debates feitos sobre o tema, geralmente são feitos em ambientes escuros, tenebrosos e sombrios, que de maneira objetivada ou não, induz à ideia de que a ação retrata o momento em que o atual modelo vive: de crise e decadência”, diz.
Comunismo e o socialismo também são abordados, mesmo de maneira menos intensa. Um filme que representa esta maneira de abordagem é o filme “Che (2008)”, do diretor Steven Soderbergh, que conta a história de um jovem médico, Ernesto "Che" Guevara (Benicio Del Toro) e seu irmão Raul (Rodrigo Santoro). Guevara era argentino, que tinha por objetivo ajudar a derrubar o governo ditador de Fulgêncio Batista. Ele se integrou à guerrilha, participando da luta armada em luta pela igualdade e justiça entre os povos.
Sociólogo graduado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Jonas Jorge da Silva, ressalva a maneira com que os espectadores absorvem o tema capitalismo e consumo nos filmes e, em outras abordagens midiáticas. “A concepção do ser humano através desse tipo de tema é redundante. Da mesma maneira que ele absorve a crítica e define que o consumo exacerbado o prejudica, ele também absorve a indução de produtos retratados pelo cinema, consumindo-os, muitas vezes”. De acordo com a análise social de Silva, o espectador pode adquirir consigo tanto a crítica como a persuasão do tema.

quinta-feira, 27 de março de 2014

1ª Conferência Temática de Economia Solidária e Feminista aconteceu no Paraná

Neste dia 21 de março de 2014, aconteceu em Irati a 1ª Conferência Temática de Economia Solidária e Feminista do Paraná. Esta foi a terceira conferência temática a ser realizada neste ano no Brasil e faz parte do processo de preparação rumo à III CONAES – Conferência Nacional de Economia Solidária que será realizada em novembro de 2014.


Se fizeram presentes diversas representações de organizações de vários municípios do Paraná, como: IFPR - Instituto Federal do Paraná (campus Irati), IESOL – Incubadora de Empreendimentos Solidários, Associação CORAJEM, Projeto Rede de Economia Solidária e Feminista/ Guayi, Grupo Mulheres Guerreiras, Faxinalenses de Mandirituba, Grupo de Mulheres da Padaria Comunitária “Trabalho e Vida”, Projeto Mutirão, Grupo Filtrart, Grupo Arte com Cheiro, Departamento de Agroecologia e o DESA – Departamento de Economia Solidária e Artesanato, Marcha Mundial das Mulheres, APP Sindicato, Rede de Educação Popular do Paraná, Grupo Pura Palha, Grupo Tradição Artesanal, Clube de Trocas São Tiago, Oficina de Costura, Movimento Nacional de Luta pela Moradia.


A questão do Feminismo e Economia Solidária já vem sendo pauta de debates em Irati e região desde 2010 a partir da REDP – Rede de Educação Popular do Paraná e em Irati no FMESI - Fórum Municipal de ECOSOL. A Economia Solidária tem como um dos seus mais importantes princípios o reconhecimento do lugar fundamental da mulher e do feminino, ou seja, ser solidário não é apenas dar flores, mas também é considerar a mulher protagonista nos diversos espaços de organização social, política e econômica da sociedade.


Apesar de alguns avanços, infelizmente ela não é reconhecida e não tem os mesmos direitos que o homem. Não há mais como esconder que o atual sistema econômico é machista, pois na maioria dos espaços de decisão o homem tem mais poder e a mulher quase sempre é coadjuvante.


A proposta da conferência foi discutir as relações da mulher nestes espaços da sociedade e buscar construir propostas para assegurar direitos fundamentais da mulher principalmente na questão do trabalho e renda.


Como resultado da Conferência temática foi elaborado uma carta final a qual será encaminhado para a Conferência Estadual de Economia Solidária que será realizada em maio.

Algumas das propostas elaboradas:

-Criar espaços específicos (Conselhos, Encontros, Formações, etc.) para discutir políticas públicas de economia solidária e feminista;

-Assistência Técnica específica e permanente para os empreendimentos de economia solidária de mulheres;

-Constituir espaços de comercialização permanentes e desenvolver políticas públicas para o consumo consciente;

-Acesso facilitado ao crédito para investimento e capital de giro construindo linhas de créditos específicas para as mulheres;

-Construir uma legislação que permita os governos realizar compras diretas dos Empreendimentos da Economia Solidária;

-Organizar espaços coletivos para educação dos filhos próximos ao local de trabalho das mulheres;

-Desenvolver a formação e qualificação nos espaços de produção dos Empreendimentos (ou em local próximo) para viabilizar a participação das trabalhadoras nestas atividades;

-Construir legislação que permita o acesso específico de crédito para mulher trabalhadora rural fortalecer suas atividades de produção independente dos limites de crédito vinculados a DAP;

-Criar uma Linha de PRONATEC Economia Solidária com olhar para a especificidade da Economia Solidária e Feminista;

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sexta-feira, 21 de março de 2014

REDP, FMESI e o DESA promovem Pré-conferências nas comunidades de Irati

A REDP, dentro de seu planejamento (2013 - 2015), vem realizando várias atividades no fomento de Políticas Públicas na criação de microredes (fóruns, movimentos, conselhos, etc...) para o fortalecimento dos grupos sociais, culturais e empreendimentos econômicos solidários.   


Neste sentido, alguns avanços já são concretos como na formulação da Lei de Agroecologia e Economia Solidária no município de Fernandes Pinheiro e na criação do Fórum de Economia Solidária no município de Mallet. 


Também no município de Irati, onde já existe desde 2012 o  FMESI - Fórum Municipal de Economia Solidária de Irati e recentemente foi criado o DESA - Departamento de Economia Solidária e Artesanato (integrantes da REDP), realizaram no dia 14 de março de 2014 no bairro Rio Bonito, a 1ª Pre-conferência ou Conferência Comunitária de Economia Solidária. Estiveram presentes moradores de várias comunidades do bairro representantes de empreendimentos, escolas, entidades e secretarias municipais.



A proposta de realizar esta atividade surgiu dentro do PLAMESOL – Plano Municipal de Economia Solidária, que foi construído em setembro de 2013 na 1ª Plenária Municipal. Um dos objetivos do PLAMESOL é garantir a participação popular na construção das políticas públicas no fomento da Economia Popular Solidária como instrumento de desenvolvimento local e sustentável das comunidades e do município.


O evento iniciou com hino nacional e com uma apresentação sobre o histórico, a organização e o desenvolvimento da Economia Solidária em Irati e no Brasil.
Em seguida foi feito um mapa do bairro e o levantamento com a identificação de quais são as organizações, os espaços/estruturas e potenciais de produção, comercialização e consumo do bairro. Na sequência foi criado uma equipe a qual ficou responsável de dar continuidade na discussão das propostas que foram levantadas. A equipe ficou representado pelas seguintes organizações: Secretaria de Cultura, Mulheres Guerreiras e Grupo UTOPIA. A próxima reunião da equipe do Rio Bonito será dia 08 de maio.

Próximas Pré-conferências: